MARIANGELA BARRETO-
POESIAS E DELIRIOS
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Textos


Me acostumei sozinha, a curar as feridas,
que transbordam solitárias neste ciclo da vida
contemplo a flor que emociona a alma,
ternura
e vou colhendo pepitas, pequenas,tão raras,
tão puras.

Vou passando não corro, sem pressa,
parei
me confundo! ás vezes me debato,
relembro,
fingo sabedoria,retorno,
euforia do silencio
só sei que nada sei, e daí?
 cansei... 
Mariangela Barreto
Enviado por Mariangela Barreto em 28/11/2018
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